Alterações orofaciais em doenças alérgicas de vias aéreas

Alterações orofaciais em doenças alérgicas de vias aéreas

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Você sofre com doenças alérgicas de vias aéreas? Se não, talvez tenha alguém na família ou conheça uma pessoa que sim. Afinal, somente a rinite está presente em 30% dos adultos! O problema é que, em crianças, essas doenças alérgicas podem causar alterações orofaciais.

Isso mesmo: ter rinite alérgica, sinusite e outras doenças alérgicas de vias aéreas na infância pode causar, pelo menos indiretamente, alterações orofaciais. Além dessas alterações no rosto, ainda é possível desenvolver distúrbios e mudanças no corpo todo.

Quer saber como as alterações orofaciais estão intimamente ligadas com a presença de doenças alérgicas de vias aéreas? Siga a leitura do artigo abaixo com atenção!

Como as alterações orofaciais são causadas por doenças alérgicas?

Para entender como é possível que doenças alérgicas possam causar alterações orofaciais, precisamos compreender como o desenvolvimento das estruturas orofaciais ocorre.

As estruturas ósseas orofaciais (ossos como da mandíbula ou do crânio) se desenvolvem para baixo e para frente. Ou seja, o rosto deve crescer para baixo e também para frente até atingir seu potencial genético total. Além disso, o desenvolvimento orofacial também compreende a expansão adequada dos arcos dentários.

Se o processo acontecer como deve, sem influências negativas, as estruturas orofaciais vão atingir o seu potencial genético total. No entanto, são muitos os casos em que esses cenários não acontecem — e, em parte, por causa das alergias das vias aéreas.

O que acontece é o seguinte:

Quando um bebê ou uma criança desenvolvem doenças alérgicas das vias aéreas, como sinusite ou rinite, eles sofrem para respirar pelo nariz.

Quem já teve uma crise de rinite ou sinusite causada por alergias sabe que as vias aéreas superiores podem ficar inflamadas. Quando isso acontece, o fluxo de ar pode se reduzir ou até mesmo ficar obstruído, já que a inflamação “entope” o nariz. 

Uma reação comum a isso é respirar pela boca. Afinal, assim podemos recuperar o fluxo respiratório. Muitos fazem isso sem sequer perceber a mudança. Simplesmente abrem a boca para respirar melhor de maneira inconsciente.

No geral, a respiração bucal pontual (ou seja, que acontece uma vez ou outra) tem consequências limitadas. No entanto, se temos doenças alérgicas e sofremos constantemente com crises que obstruem o fluxo de ar pelas vias aéreas, respirar pela boca deixa de ser algo com pouca frequência e passa a ser um (mau) hábito.

Quando uma criança adquire o mau hábito miofuncional de respirar pela boca, ela coloca o desenvolvimento das suas estruturas orofaciais em risco. Isso porque a respiração bucal afeta o trabalho dos músculos orofaciais que, por sua vez, impactam negativamente o desenvolvimento ósseo.

Respiração bucal x Desenvolvimento das estruturas orofaciais: como acontece?

Respirar pela boca é um dos maus hábitos miofuncionais que mais causa impacto no trabalho da musculatura do rosto e da boca (incluindo a língua). Isso acontece porque a respiração bucal faz esses músculos trabalharem de maneira inadequada.

Quer ver um exemplo? Vamos lá, para que um respirador bucal mantenha o seu fluxo de ar, ele fica com a boca aberta o tempo todo. Isso gera duas consequências diretas.

A primeira é que os músculos da bochecha (o nome técnico é bucinador) passam o dia inteiro alongados mais do que o natural. Isso faz com que eles percam tônus, já que estão constantemente esticados. Além disso, os músculos passam a estimular o desenvolvimento do rosto de modo a torná-lo mais alongado.

A segunda consequência direta é que a língua sai do seu lugar natural (encostada no “céu da boca” e com a ponta atrás dos dentes) e fica em uma posição mais baixa, próxima da mandíbula. Por consequência, a língua deixa de influenciar a amplitude dos arcos dentários, o que afeta o desenvolvimento dessas estruturas. Como arcos pouco desenvolvidos não têm espaço para todos os dentes, a pessoa fica com os dentes uns por cima dos outros (o nome técnico disso é apinhamento dentário).

As consequências da respiração bucal no desenvolvimento das estruturas orofaciais são muitas. Você já viu duas delas que podem acontecer caso uma criança respire pela boca (o apinhamento dentário e o rosto alongado). No entanto, ainda existem outras possíveis consequências, como:

  • Mordida cruzada (quando os dentes de cima ficam por dentro e os de baixo ficam por fora);
  • Falta de crescimento da mandíbula (como os dentes superiores não entram em contato com os inferiores da maneira correta por causa da boca aberta, o crescimento da mandíbula é afetado).

Outras consequências da respiração bucal

As consequências da respiração bucal não ficam limitadas apenas às estruturas orofaciais. Todo o corpo sofre:

  • A cabeça fica mais para frente;
  • O pescoço e a coluna saem de posição para se ajustar;
  • Os ombros ficam mais para frente;
  • O centro de gravidade do corpo muda;
  • aumento da lordose lombar;
  • O abdome fica mais protuso;
  • Os joelhos ficam hiperextensos;
  • E os pés ficam mais planos.

Além dessas mudanças no corpo, uma pessoa que respira pela boca ainda sofre outros problemas, como:

  • Maior risco de infecção;
  • Possível desenvolvimento de Distúrbios Respiratórios do Sono (Ronco, Apneia do Sono, Enurese Noturna e Bruxismo);
  • Mau hálito;
  • Cansaço frequente;
  • Dores nas costas;
  • Possíveis olheiras;
  • Falta de concentração;
  • Dificuldade de aprendizado e baixo desenvolvimento cognitivo.

Como tratar a respiração bucal e retomar o desenvolvimento das estruturas orofaciais?

Se você reconhece em seu filho a respiração bucal causada por doenças alérgicas das vias aéreas, precisa buscar uma opção de tratamento para evitar as consequências mencionadas acima.

A melhor ferramenta para corrigir a respiração bucal atualmente é a Odontologia Miofuncional. Afinal, essa filosofia de tratamento foca exatamente na correção de maus hábitos miofuncionais e no desenvolvimento das estruturas orofaciais de forma natural.

Tanto no Brasil, quanto no mundo todo, o Sistema Myobrace® é, hoje, a melhor forma de colocar a Odontologia Miofuncional em prática. O Sistema é composto por aparelhos e exercícios miofuncionais que, em conjunto, corrigem os maus hábitos miofuncionais dos pacientes e estimulam o desenvolvimento natural das estruturas orofaciais.

Agora que você já entendeu como as doenças alérgicas das vias aéreas podem causar a respiração bucal (e, assim, alterações orofaciais), é hora de buscar uma solução. 

Apesar de o Sistema Myobrace® não ser capaz de tratar as doenças alérgicas, ele corrige a respiração bucal e estimula o desenvolvimento natural das estruturas orofaciais.Portanto, se você ou alguma criança da sua família respira pela boca, encontre um especialista Myobrace® próximo agora mesmo!

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